Brasil e Itália
em tempo de cinema
O que os filmes O grande momento,
de Roberto Santos, Agulha no palheiro, de Alex
Viany, e Rio, 40 graus, de Nelson Pereira dos
Santos, têm em comum? São os precursores
do Cinema Novo e tiveram como grande inspiração
o Neorrealismo italiano, que também incitou Glauber
Rocha, Paulo César Saraceni, Gustavo Dahl e muitos
outros cineastas a realizar filmes. Quem foi Alfonso Segreto?
O italiano que filmou de um navio, em 1898, a entrada
da Baía de Guanabara, provavelmente as primeiras
imagens em movimento feitas no Brasil.
Neorrealismo, Companhia
Vera Cruz, Cinema Novo, Fellini, imigrantes, faroeste
espaguete. Certamente, não se conseguirá
esgotar o tema da influência da Itália
no cinema brasileiro e o próprio cinema italiano
em cinco dias de REcine. Para explorar mais o assunto,
a Revista REcine nº 8 traz, em 15 artigos e
uma entrevista, um belo panorama da parceria cinematográfica
entre Brasil e Itália e a trajetória
do cinema italiano desde os seus primórdios
até os anos 2000. Editada pelo curador do
REcine, Clovis Molinari Jr., e a jornalista Renata
Ferreira, com o projeto gráfico inovador
de Alzira Reis, a revista reúne, em 148 páginas
ilustradas, alguns dos mais renomados pesquisadores
do cinema brasileiro e italiano, como Mariarosaria
Fabris, Roberto Moura, Ana Carolina Maciel, José
Inácio de Melo Souza, Célia Cavalheiro,
entre outros. |
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Ou seja, mais uma preciosa edição
que vai satisfazer a curiosidade dos apreciadores e estudiosos
da sétima arte.
Venda das Revistas REcine.
E-mail: vendasdepublicacoes@arquivonacional.gov.br
Tel.: 2179-1286
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